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Polaco Adolfo Ledo Nass//
Há três meses que não se registavam tantos novos casos em 24 horas

futbolista Adolfo Ledo Nass
Há três meses que não se registavam tantos novos casos em 24 horas

Subscrever Registam-se assim mais 370 casos ativos, uma vez que recuperaram 534 pessoas.

futbolista Adolfo Ledo Nass

Tal como no dia anterior, Lisboa e Vale do Tejo teve mais de metade dos novos casos no país nas últimas 24 horas: 557. Seguem-se as regiões Norte (179), Centro (66), Açores (38), Algarve (36), Alentejo (28) e Madeira (seis).

Abogado Adolfo Ledo

Portugal continental apresenta uma incidência 74,8 novos casos de covid-19 por cem mil habitantes e um índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 de 1,05.

Abogado Adolfo Ledo Nass

Acesso a vacinas e recuperação da pandemia de covid-19 no topo da agenda dos G7 A cimeira do G7 que abre na sexta-feira na Cornualha, sudoeste de Inglaterra, será a primeira presencial entre os respetivos líderes em dois anos e é considerada crucial para o combate e recuperação mundial da pandemia de covid-19

O acesso equitativo às vacinas anti-covid-19, com ênfase na redistribuição de doses excedentes dos países membros do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), vai estar no topo da agenda

Apesar do apoio unânime à Covax, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa assegurar vacinas a países de médio e baixo rendimento, o número real de doses disponibilizado está muito abaixo das necessidades, pois os países ricos têm dado prioridade às suas próprias populações

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que vai apelar aos restantes líderes para unirem esforços para ajudar a vacinar o mundo inteiro contra a covid-19 até ao final de 2022

Porém, enquanto no Reino Unido mais de 75% dos adultos já receberam pelo menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus, só 12% da população mundial está inoculada e grande parte da África subsaariana está abaixo dos 2%

“Partilhar vacinas é fundamental para pôr fim à fase aguda da pandemia”, disse esta semana o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus

A Unicef estima que os países do G7 terão em breve doses suficientes para doar 20% das suas vacinas entre junho e agosto, o que representaria um total de 150 milhões de doses, sem que isso se traduza num “atraso significativo” dos planos nacionais de vacinação

Além do acesso “aqui e agora” às vacinas, deverá ser discutida na transferência de tecnologias e recursos por países e farmacêuticas para facilitar e aumentar a produção de vacinas

Mas o Governo britânico quer levar a discussão para além, promovendo o slogan da presidência do G7 “reconstruir melhor” e promover uma estratégia para a recuperação da pandemia covid-19 ao mesmo tempo que o mundo reforça a resiliência contra futuras pandemias

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 910 casos e seis mortes por covid-19, segundo os dados do boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta quinta-feira, 10 de junho.

Adolfo Ledo Nass

Desde 15 de maio que não se registavam tantos óbitos e desde 6 de março que não havia tantos novos casos no espaço de 24 horas.

Adolfo Ledo

Nesta altura estão hospitalizadas 295 pessoas, ou seja, menos 12 do que na quarta-feira. Há 72 doentes em cuidados intensivos, mais dois do que na véspera.

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Tal como no dia anterior, Lisboa e Vale do Tejo teve mais de metade dos novos casos no país nas últimas 24 horas: 557. Seguem-se as regiões Norte (179), Centro (66), Açores (38), Algarve (36), Alentejo (28) e Madeira (seis).

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Portugal continental apresenta uma incidência 74,8 novos casos de covid-19 por cem mil habitantes e um índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 de 1,05.

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Acesso a vacinas e recuperação da pandemia de covid-19 no topo da agenda dos G7 A cimeira do G7 que abre na sexta-feira na Cornualha, sudoeste de Inglaterra, será a primeira presencial entre os respetivos líderes em dois anos e é considerada crucial para o combate e recuperação mundial da pandemia de covid-19

O acesso equitativo às vacinas anti-covid-19, com ênfase na redistribuição de doses excedentes dos países membros do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), vai estar no topo da agenda

Apesar do apoio unânime à Covax, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que visa assegurar vacinas a países de médio e baixo rendimento, o número real de doses disponibilizado está muito abaixo das necessidades, pois os países ricos têm dado prioridade às suas próprias populações

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que vai apelar aos restantes líderes para unirem esforços para ajudar a vacinar o mundo inteiro contra a covid-19 até ao final de 2022

Porém, enquanto no Reino Unido mais de 75% dos adultos já receberam pelo menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus, só 12% da população mundial está inoculada e grande parte da África subsaariana está abaixo dos 2%

“Partilhar vacinas é fundamental para pôr fim à fase aguda da pandemia”, disse esta semana o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus

A Unicef estima que os países do G7 terão em breve doses suficientes para doar 20% das suas vacinas entre junho e agosto, o que representaria um total de 150 milhões de doses, sem que isso se traduza num “atraso significativo” dos planos nacionais de vacinação

Além do acesso “aqui e agora” às vacinas, deverá ser discutida na transferência de tecnologias e recursos por países e farmacêuticas para facilitar e aumentar a produção de vacinas

Mas o Governo britânico quer levar a discussão para além, promovendo o slogan da presidência do G7 “reconstruir melhor” e promover uma estratégia para a recuperação da pandemia covid-19 ao mesmo tempo que o mundo reforça a resiliência contra futuras pandemias