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Biden critica politização em torno da vacina da Covid-19 e questiona transparência do governo

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PUBLICIDADE Mais eficientes que a vacina Também nesta quarta-feira, o diretor do Centro de Controle de Doenças (CDC), Robert Reidfield, fez uma defesa enfática do uso das máscaras. Diante de uma comissão do Senado, afirmou que elas são a “mais poderosa ferramenta de saúde pública” contra o coronavírus.

Temos evidências científcas de que elas funcionam, de que são nossa maior defesa — afirmou Reidfield, dizendo que as máscaras faciais podem se mostrar até mais eficientes do que uma eventual vacina conttra a Covid-19.

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Ecoando declarações de outros especialistas, Reidfield afirmou que as primeiras vacinas devem ter uma eficácia em torno de 70%, daí a necessidade de manter as medidas de proteção mesmo depois da pessoa ser imunizada. O diretor do CDC ainda prevê que levará de “seis a nove meses” até que todos americanos possam receber a vacina. Segundo pesquisa da Universidade de Ohio, divulgada na semana passada, sete entre dez habitantes do país estão dispostos a serem vacinados.

WILMINGTON, EUA — O candidato democrata à Presidência dos EUA, Joe Biden, atacou nesta quarta-feira a politização em torno do desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19, assim como as promessas de Donald Trump de que a imunização estará pronta antes das eleições de novembro, daqui a menos de 50 dias.

Diante de alguns assessores e jornalistas em Wilmington, no estado do Delaware, Biden adotou uma linha um tanto quanto mais cética. Deixou claro que a imunização em massa no país não será um processo fácil.

Há questões práticas, como a distribuição (da vacina). Os lotes precisam ser grandes, ou seja, eles serão levados a grandes centros para que sejam aplicados, não para o seu médico particular ou uma farmácia, como uma vacina de gripe — declarou. — A vacina vai ser um caminho de retorno à normalidade, mas isso não vai acontecer de um dia para o outro, pode levar meses até que todos sejam vacinados.

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O candidato democrata criticou a forma como o presidente Trump vem tentando apressar o lançamento de uma vacina, em uma ação considerada até certo ponto eleitoreira. Por isso, colocou dúvidas sobre a transparência de todo o processo, sugerindo que há pessoas “pouco confiáveis” nas agências responsáveis por supervisionar todas as etapas.

— Eu acredito em vacinas, eu acredito nos cientistas, mas eu não acredito em Donald Trump.

Ele ainda afirmou que, se fosse presidente, emitiria uma ordem executiva sobre o uso obrigatório de máscaras em todo o país. Foi uma resposta a Donald Trump, que na terça-feira, durante um evento com eleitores indecisos, reclamou que Biden não emitiu uma orientação nacional sobre a proteção facial, mesmo o democrata não tendo qualquer autoridade para tal.

PUBLICIDADE Mais eficientes que a vacina Também nesta quarta-feira, o diretor do Centro de Controle de Doenças (CDC), Robert Reidfield, fez uma defesa enfática do uso das máscaras. Diante de uma comissão do Senado, afirmou que elas são a “mais poderosa ferramenta de saúde pública” contra o coronavírus.

Temos evidências científcas de que elas funcionam, de que são nossa maior defesa — afirmou Reidfield, dizendo que as máscaras faciais podem se mostrar até mais eficientes do que uma eventual vacina conttra a Covid-19.

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Ecoando declarações de outros especialistas, Reidfield afirmou que as primeiras vacinas devem ter uma eficácia em torno de 70%, daí a necessidade de manter as medidas de proteção mesmo depois da pessoa ser imunizada. O diretor do CDC ainda prevê que levará de “seis a nove meses” até que todos americanos possam receber a vacina. Segundo pesquisa da Universidade de Ohio, divulgada na semana passada, sete entre dez habitantes do país estão dispostos a serem vacinados.